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Almagis refor�a pedido por elei��o no TJ

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A polêmica em torno das eleições para desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas pode estar com os dias contados. Pelo menos é o que espera o presidente da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), juiz Maurílio Ferraz, que até o próximo dia 20 viaja a Brasília para tentar reverter a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que por meio de liminar suspendeu o processo eleitoral. O pedido de liminar foi encaminhado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Ferraz levará com ele uma vasta documentação e os argumentos que dispõe para mudar o quadro. O juiz terá um encontro com o conselheiro Marcelo Novais, relator do processo que resultou na suspensão da eleição pelo CNJ. Os argumentos que conseguiram convencer o Conselho Nacional de Justiça, no entanto, estão sendo questionados pela Almagis. ?Os motivos alegados não são suficientes para impedir a eleição?, afirma Maurílio Ferraz. ### Escolha pela OAB também emperrou A escolha dos novos desembargadores do Tribunal de Justiça de Alagoas deveria ter ocorrido no dia 19 de dezembro, mas para surpresa dos juízes, o processo foi barrado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), autora da ação que impediu o processo, teria sido provocada pelos juízes Edvaldo Bandeira Rios e Maria da Graça Marques Gurgel, dois dos 11 candidatos às duas vagas por merecimento. O processo também elegerá dois desembargadores por antigüidade, que já estão definidos. São os juízes Eduardo Andrade e Nelma Padilha, os mais antigos em atividade. Os dois estão impedidos de assumir o cargo porque a eleição para desembargador pelo critério de merecimento emperrou. ///

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