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Suplentes denunciam “calote” da Mesa

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A ameaça de retorno dos deputados afastados pela Operação Taturana, da Polícia Federal, trouxe mais confusão para a Assembleia Legislativa de Alagoas. Dessa vez, foram os salários dos parlamentares e dos servidores da Casa, além da verba de gabinete, referentes a janeiro, que deixaram de ser pagos na data normalmente prevista, entre os dias 23 e 25, quando ocorre o repasse do duodécimo do Poder Executivo para o Legislativo. O atraso, segundo o presidente da ALE, Fernando Toledo (PSDB), tem justificativa: se a decisão do ministro Gilmar Mendes presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que devolve os mandatos aos afastados fosse acatada de imediato, os salários dos deputados que assumiram as vagas deixadas com a vacância seriam pagos pro rata, ou seja, proporcionalmente ao dia 16, data do parecer do ministro. A explicação não convenceu, pelo menos aos deputados que ocupam os cargos dos que foram afastados pela Justiça. ### Assembleia reitera pedido ao STF O procurador-geral da Assembleia Legislativa, advogado Marcos Guerra, viajou, de novo, a Brasília. Guerra retornou à capital federal esta semana a serviço da Mesa Diretora da Casa, que mais uma vez diz não saber o que fazer diante das decisões judiciais sobre o retorno ou não dos deputados afastados. O procurador teria ido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ?pressionar? o presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, a estender sua decisão, de mandar de volta os deputados afastados, à segunda ação do juiz Gustavo de Souza Lima, que mantém os parlamentares longe da Assembleia. ///

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