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For�a-tarefa vai atuar em 700 inqu�ritos

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A força-tarefa enviada pelo Ministério da Justiça para dar apoio à Polícia Federal em Alagoas tem um trabalho árduo pela frente. Composta por dois delegados, quatro agentes e dois escrivães, a equipe deve tentar dar cabo de 700 inquéritos de supostos crimes eleitorais no Estado. Desse total, 300 já foram instaurados e 400 estão em processo de diligências. Os trabalhos devem ser concluídas em até 120 dias. O trabalho a ser desenvolvido pela força-tarefa foi detalhado ontem pelo superintendente da PF em Alagoas, José Pinto de Luna, em entrevista coletiva. Segundo Luna, a equipe começaria a se debruçar sobre os inquéritos ontem mesmo e deve ir até os municípios onde foram registradas denúncias de corrupção eleitoral. ?A maior parte dessas denúncias diz respeito à compra de votos?, afirma o superintendente da PF, que não descarta a possibilidade de anulação de eleições no Estado realizadas no dia 5 de outubro de 2008. ### TRE adia decisão sobre Doda Cavalcante Matriz do Camaragibe continua em suspense. A cidade permanece com a possibilidade de realizar nova eleição ainda este ano. Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) iniciou o julgamento que pode cassar o diploma de prefeita emitido a Josedalva Cavalcante, mais conhecida como Doda (PMDB). A acusação é de que ela assumiu o terceiro mandato consecutivo, o que a lei não permite. Apenas o relator do processo, Manoel Cavalcante, votou. Ele é favorável à cassação. O julgamento foi suspenso por que o desembargador James Magalhães sentiu necessidade de se embasar mais sobre o caso, e pediu vistas do processo. O caso só deve voltar à pauta dia 19. ### Juízes intervêm em dois municípios | CARLA SERQUEIRA / SEVERINO CARVALHO - Repórteres Em Porto de Pedras e em Porto Real do Colégio, o clima é de tensão. As duas cidades ? além de Estrela de Alagoas e São José da Laje ? terão novas eleições no próximo domingo, dia 15 de março. E para evitar confrontos entre partidários dos candidatos a prefeito nas duas cidades, os juízes dos respectivos municípios baixaram portarias estabelecendo normas. Em Porto de Pedras, o juiz eleitoral da 33ª Zona, Gustavo Souza Lima, redigiu novas regras para disciplinar o pleito e garantir a preservação do sigilo do voto, bem como o combate à corrupção eleitoral. Ele proibiu o uso de walk talks, radiocomunicadores de mão. A proibição vigora desde o dia 1° e vai até o fim da eleição. Em Porto Real do Colégio, o juiz André Avancini d?Avila decidiu, ontem, proibir a circulação de carros dos cabos eleitorais das duas coligações concorrentes, a partir das 20 horas, até a manhã do domingo, dia da eleição. ///

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