Política
Calote da ALE no INSS gera bate-boca
A primeira sessão da semana, após a denúncia do calote dado pela Mesa Diretora no INSS, era tudo o que o grupo de oposição esperava para botar os ?comandantes? do Poder Legislativo no ?canto da parede? e cobrar uma reposta para o que considera crimes improbidade administrativa e apropriação indébita. Na Mesa, as cobranças foram dirigidas ao deputado Jota Cavalcante (PDT), 1º secretário da Assembleia, que chegou logo após a sessão ter sido iniciada e se viu numa ?sinuca de bico? para explicar por que os valores relativos ao 13º de 2008 e aos salários de fevereiro de 2009 foram descontados dos servidores e não repassados à Previdência Social. Como o presidente da Casa, Fernando Toledo (PSDB), mais uma vez não apareceu no parlamento, foi o primeiro secretário, um dos ordenadores de despesas da Assembleia Legislativas, o alvo das cobranças, que acabaram em troca de insultos entre ele e o deputado Paulo Fernando dos Santos, Paulão (PT). ### Médico em excesso; impressora em falta Durante a sessão de ontem, o deputado Jeferson Morais (DEM) cobrou explicações da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa sobre o número de médicos e psicólogos lotados na Casa. Segundo a Gazeta revelou na edição do último domingo, 5, a Assembleia tem nada mais nada menos do que 24 médicos e cinco psicólogos. Jeferson disse que encaminhou requerimento à Mesa solicitando informações sobre quantos são, quem são, onde atuam e quem atendem os profissionais de saúde. O parlamentar criticou ainda o anúncio de corte no orçamento da Saúde feito pelo governo do Estado. ?É estarrecedor haver um corte de 20% no orçamento de uma área tão importante como a Saúde que não consegue atender aos anseios da sociedade com os recursos que recebe. Imagine agora?, disse Jeferson, ao fazer uma comparação entre o quadro de crise no setor e a quantidade de profissionais médicos na ALE. ///