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Escolas de Branquinha fecham as portas

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Um dia depois de decretar estado de calamidade pública na rede municipal de ensino de Branquinha, a prefeita Ana Renata Freitas (PMDB) voltou ontem à sede da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) para alertar aos prefeitos e às autoridades do Estado para o agravamento da situação em que vive a educação do município da região Serrana dos Quilombos. A prefeita chorou bastante ao justificar que os prejuízos causados pela omissão de dados no Censo Escolar de 2008 forçaram-na a suspender as aulas nas 17 escolas de Branquinha, deixando mais de três mil alunos fora das salas de aula. Segundo Renata Freitas, a demora na regularização dos repasses da União que foram diminuídos em mais de 60% resultaram no desequilíbrio nas contas do município, que teve que direcionar recursos de outras áreas para realizar os pagamentos de salários dos servidores da educação e das despesas com o funcionamento das escolas. ### Prefeitos debatem segurança pública Dirigentes da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) se reuniram ontem para formalizar propostas que serão levadas para a 1ª Conferência Estadual de Segurança Pública (Conseg), na próxima semana. No centro da discussão, estavam o avanço do tráfico no interior de Alagoas e a proposta do governo federal de municipalizar a segurança pública, por meio da integração das polícias com as guardas municipais. Mas quem acabou sendo alvo de críticas foi a estrutura de segurança do Estado, que segundo os prefeitos tem sido sustentada pelos prefeitos do interior, por conta da falta de investimentos na área. ///

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