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Judiciário

Elisabeth Carvalho e Orlando Rocha se despedem do TJAL

Desembargadores participaram ontem de sua última sessão do Pleno antes da aposentadoria compulsória

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Fábio Bittencourt destacou o legado de Elisabeth e Rocha
Fábio Bittencourt destacou o legado de Elisabeth e Rocha | Foto: - Fotos: Caio Loureiro / Ascom TJAL

O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) homenageou ontem os desembargadores Elisabeth Carvalho e Orlando Rocha, que participaram da última sessão do Pleno antes da aposentadoria compulsória, ao atingirem 75 anos. A cerimônia marcou o encerramento de trajetórias dedicadas ao Judiciário e ao serviço público.

A sessão foi marcada por vídeos, depoimentos e manifestações de magistrados, servidores e familiares, destacando o legado dos dois integrantes da Corte. O presidente do TJAL, Fábio Bittencourt, afirmou que a homenagem reúne “alegria pela dedicação” e “saudade pela convivência”.

“Homenageamos dois desembargadores que, por muitos anos, prestaram um exemplo de tutela jurisdicional. Temos um misto de alegria por toda dedicação e de saudade, já que convivemos por muitos anos”, destacou.

O vice-presidente do tribunal, Carlos Cavalcanti, também ressaltou a importância dos magistrados. Segundo ele, foram “duas vidas dedicadas à Justiça”, cujos legados “jamais acabarão”.

Única mulher no cargo de desembargadora, Elisabeth Carvalho destacou o significado de sua trajetória. “Dignifiquei essa toga”, afirmou. Ela disse ainda que deixa o tribunal com a certeza de ter contribuído para “um Judiciário mais plural e sensível”.

Orlando Rocha enfatizou que encerra a carreira “com orgulho”, após atuar com “equidade, sensibilidade e espírito agregador”, lembrando que, nos processos, “residiam vidas que dependiam daquele julgamento”.

Com as aposentadorias, duas vagas serão abertas no TJAL. De acordo com o presidente Fábio Bittencourt, uma será preenchida por antiguidade, com a promoção da juíza Ana Florinda Dantas, e outra por merecimento, por meio de edital exclusivo para magistradas.

O desembargador destacou que a medida segue diretriz do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e reforça a política de equidade de gênero. “Serão duas mulheres ocupando o cargo de desembargadora, cumprindo determinação do CNJ. Inclusive essa é uma das prioridades da minha gestão: promover a equidade de gênero em nosso tribunal”, afirmou.

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