Política
PGE pressiona TC por vaga de conselheiro
O assunto veio à tona no dia 7 de junho, em reportagem publicada pela Gazeta, e até hoje a pergunta está sem resposta: a homologação e o julgamento do resultado do concurso de auditor do Tribunal de Contas foram ou não feitos como manda o regimento interno da Casa? O questionamento ganhou força e encontrou na Procuradoria Geral do Estado, a PGE ? um dos interessados em ter a certeza se a lei foi cumprida à risca. Pelo Artigo 9º do regimento, compete privativamente ao Pleno do TC, composto por seis integrantes, julgar a lisura do concurso. Essa é, segundo a Procuradoria, uma formalidade obrigatória, mas que não teria sido obedecida pela Corte de Contas, órgão auxiliar da Assembleia Legislativa. ### Assembleia também se articula por cargo Os deputados se apegam, de fato, a uma possível irregularidade na homologação e julgamento do concurso do Tribunal de Contas para garantirem o espaço para o presidente do Legislativo, Fernando Toledo. Essa seria, de acordo com um parlamentar consultado pela Gazeta, uma carta na manga, principalmente depois que o desembargador Eduardo José de Andrade concedeu liminar aos auditores João Batista de Camargo e Anselmo Brito e diz que a vaga é de um deles e que o governador não pode, de forma alguma, por livre escolha, nomear conselheiro a quem quer que seja, senão um auditor, mesmo com a emenda constitucional aprovada pela ALE dizendo justamente o contrário. ///