Justiça Eleitoral
Mais de 4 mil eleitores solicitaram voto em trânsito em Alagoas para as eleições deste ano
Prazo para transferência temporária do domicílio eleitoral terminou na última quinta-feira (20)
Mais de 4 mil eleitoras e eleitores solicitaram à Justiça Eleitoral o voto em trânsito em Alagoas para as Eleições 2026. De acordo com os dados do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), 4.102 pessoas estão habilitadas para utilizar a modalidade no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O prazo para solicitação terminou na última quinta-feira (20).
Para eventual segundo turno, em 25 de outubro, são 4.072 eleitores. Maceió concentra a maior parte das solicitações, com 3.527 pessoas habilitadas para votar em trânsito no primeiro e no segundo turnos.
Em Arapiraca, segundo maior colégio eleitoral do estado, foram registrados 575 eleitores para o voto em trânsito no primeiro turno. Para o segundo turno, o número é de 545 pessoas.
O voto em trânsito permite que eleitoras e eleitores que estiverem fora do município onde votam regularmente possam exercer o direito ao voto em local previamente escolhido, desde que tenham solicitado a transferência temporária dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral. A habilitação vale exclusivamente para o turno solicitado e não altera de forma permanente o domicílio eleitoral.
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A consulta ao local de votação após a efetivação da transferência estará disponível a partir de 1º de setembro de 2026, por meio do e-Título e das páginas do TSE e dos TREs.
SEGURANÇA
Os integrantes da Câmara Técnica de Inteligência (CTI) do TRE-AL reuniram-se, na tarde dessa sexta-feira (21), para alinhar as ações com foco na segurança do processo eleitoral em todo o estado. O encontro foi conduzido pelo desembargador eleitoral Rodrigo Malta Prata Lima, que coordena os trabalhos da Câmara, integrada pelos órgãos de inteligência alagoanos.
O juiz auxiliar da Presidência do Tribunal, Fausto Magno David Alves, também participou da reunião.
A Câmara Técnica de Inteligência tem como atribuições identificar vulnerabilidades e ameaças à segurança das eleições, prevenir e reprimir a prática de ilícitos eleitorais, as notícias falsas e a influência do crime organizado no processo eleitoral, além de produzir conhecimento e formular propostas que possam subsidiar os trabalhos e decisões estratégicas no campo da segurança.
A CTI é composta por representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Polícia Federal (PF), do Conselho de Segurança Pública de Alagoas (Conseg), do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Polícia Civil, da Polícia Militar (PM), do Corpo de Bombeiros Militar, do Exército Brasileiro e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).