ELEIÇÕES
Flávio e Tarcísio erguem imagem de Nossa Senhora Aparecida durante ato em São Paulo
Uma imagem da santa é entregue aos candidatos por uma apoiadora que estava no local
Em ato no Centro de São Paulo na manhã dessa segunda-feira (28), Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, ergueu uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. O senador caminhava junto a Tarcísio de Freitas, candidato ao governo do estado pelo Republicanos, quando uma pessoa que participava da passeata entregou a imagem da Padroeira do Brasil aos dois. Em seguida, eles ergueram a santa.
O gesto acontece em meio à polêmica envolvendo publicações nas redes sociais que atribuem a Flávio Bolsonaro e a políticos de direita a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Flávio disse no domingo (27), durante agenda de campanha, que o PT criou uma “fake news” sobre Nossa Senhora Aparecida “com ajuda de gente de dentro” da CNBB. Apesar da acusação, o senador não apresentou provas da participação de integrantes da entidade.
A história envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida ganhou força nas redes depois de um comentário feito pela jornalista Maria Cristina Fernandes no programa Em Pauta, da GloboNews, na quinta-feira (24). A emissora posteriormente corrigiu a informação.
Mulher de 47 anos é morta a pauladas em caso investigado como feminicídio em AL
Mistério em Milagres! O que se sabe sobre a morte de duas mulheres no paraíso de Alagoas
Isabelle Caracristi: síndica diz que namorado buscou celular em lixeiras e barrou família da jovem
Renan Filho promete VLT, três duplicações e dois viadutos para Arapiraca
Operação Garoupa a Roupa investiga cédulas falsas
A origem histórica usada em parte das publicações que circulam na internet, porém, é real. Em 2007, o então deputado federal Victório Galli apresentou o Projeto de Lei 2.623, que pretendia alterar a legislação do feriado de 12 de outubro para substituir a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.
A proposta foi arquivada pela Câmara em 2008. Galli viria posteriormente a ocupar o cargo de assessor especial da Presidência durante o governo Jair Bolsonaro.