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Caso do magistrado preso chega ao CNJ

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A presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargadora Elisabeth Carvalho, determinou que cópias das imagens da prisão do juiz José Carlos Remígio sejam remetidas para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e para a Corregedoria do CNJ. O juiz da comarca de São Miguel dos Campos foi preso na última sexta-feira à tarde, após brigar com a namorada, dentro de sua caminhonete, próximo a uma boate entre os bairros de Cruz das Almas e Jacarecica. De acordo com a guarnição da Radiopatrulha que efetuou a prisão, Remígio apresentava sinais de embriaguez e ameaçou usar de sua interferência política para transferir os PMs que o prenderam para batalhões em localidades distantes, como forma de retaliação. ### Magistrado responderá a processos A prisão preventiva do juiz José Carlos Remígio foi decretada pela presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargadora Elisabeth Carvalho, na mesma noite em que ele foi preso, após se envolver numa briga com a namorada, Cláudia Granjeiro de Souza, com ?base em vários fatores?, segundo a desembargadora. Por seu comportamento, de acordo com a presidente do TJ, Remígio afrontou a Lei Orgânica e o Código de Ética da Magistratura, a dignidade e a conduta que devem ser seguidas por um integrante do Poder Judiciário. ?Faltou a ele a ética que o magistrado deve ter, tanto no exercício da vida pública, quanto em sua vida privada?, observou a desembargadora Elisabeth Carvalho. Ao se envolver na briga, José Carlos Remígio também incorreu na Lei Maria da Penha, que define crimes contra a mulher. ///

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