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TSE muda regras para contagem dos votos

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Por unanimidade de votos, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral decidiram, em sessão administrativa realizada ontem, que somente nas urnas com impressão do voto o eleitor terá que escolher todos os candidatos para que os votos computados sejam válidos. A pedido dos partidos políticos, o TSE decidiu suspender a resolução que modificava a regra para o voto interrompido, que permite o aproveitamento parcial dos votos dados pelo eleitor. De acordo com a decisão, cujo relator foi o ministro Nelson Jobim, nas urnas sem impressoras, os seis votos para deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República serão individuais, ou seja, a cada confirmação o voto é computado na hora. Nas urnas que tiverem módulo impressor externo, a serem utilizadas em todas as sessões eleitorais de Maceió, Sergipe, Distrito Federal e em pelo menos dois municípios de cada Estado, o voto terá que ser global porque estas urnas não aceitam o sistema de aproveitamento dos votos digitados parcialmente pelo eleitor. Voto global O programa das urnas sem o módulo impressor será modificado pela secretaria de informática do TSE, e submetido à avaliação dos partidos políticos, assim como foi feito com o programa do voto global. Segundo o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL), desembargador Jairon Maia Fernandes, as mudanças não alteram as urnas de Maceió, única cidade do Estado a utilizar o módulo impressor. ?No voto impresso permanece o mesmo critério para o eleitor que quiser votar, anular ou votar em branco. As regras mudaram para os votos que serão computados nas urnas sem o módulo de impressão externo?, frisou. As urnas das demais cidades alagoanas ainda estão sem as tabelas, já que não foram inseminadas com os programas de votação. ?Vamos aguardar que o programa das urnas sem o módulo impressor seja efetivamente adotado pela secretaria de informática do TSE, e submetido à avaliação dos partidos políticos, assim como foi feito com o programa do voto global?, explicou o desembargador.

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