Política
Correi��o em Juizado deve ser ampliada
O prazo foi de dez dias, estipulado pela Corregedoria do Tribunal de Justiça de Alagoas para que a comissão designada para apurar fraudes na concessão do seguro obrigatório Dpvat ? que indeniza vítimas de acidentes causados por veículos ? conclua a correição feita no 1º Juizado Cível e Criminal de Arapiraca, mas de antemão o presidente da comissão, juiz auxiliar da Corregedoria, Diógenes Tenório, sabe que o tempo não será suficiente. Vai ser preciso prorrogar por mais dez dias, pelo menos. Como o edital foi publicado no último dia 8, o prazo termina na Quarta-Feira de Cinzas. ?Esse prazo não nos permitirá, sob hipótese nenhuma, analisar tudo isso que nos foi colocado. É um desafio?, afirma o juiz Diógenes Tenório, que vai consultar os colegas integrantes da comissão [Paulo Zacarias e Jerônimo Roberto dos Santos] para saber se concordam que o prazo precisa ser ampliado. ### Vítimas de fraude são apresentadas | LARYSSA OLIVEIRA * - Estagiária A cúpula da segurança pública de Alagoas apresentou, ontem, duas das testemunhas que foram vítimas do esquema fraudulento do seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (Dpvat), descoberto pela Polícia Civil e cujos acusados foram presos durante a Operação Muleta, no dia 27 de janeiro passado. A aposentada Maria Eulina de Souza, 53, e o pintor de automóveis José Paulo dos Santos, 54, oriundos de Sergipe, tiveram seus nomes usados para receber indenizações decorrentes de acidentes, por meio do Dpvat. Acompanhados do secretário de Defesa Social, Paulo Rubim, e do secretário-adjunto Washington Luiz, as vítimas prestaram depoimento ao desembargador Washington Luiz, na sede do Tribunal de Justiça (TJ). (*) Sob a supervisão da Editoria de Política ///