Política
Epis�dios de uma �poca sangrenta
Aos 16 anos, ele já era repórter em Maceió. Trabalhou em rádio e na redação de jornais. Mas foi na Gazeta de Alagoas onde mais produziu reportagens, sobretudo na década de 1970. Com a experiência que adquiriu e a partir dos personagens que conseguiu entrevistar ao longo dos anos, o alagoano Jorge Oliveira revisitou arquivos da década de 1960 para lançar Curral de Morte ? O impeachment de Sangue, Poder e Política no Nordeste, um livro com 208 páginas, que reúne os episódios na esfera política que culminaram no fim do governo Muniz Falcão, taxado de comunista pelos usineiros, revoltados com a criação de impostos atrelados à produção de açúcar e álcool em Alagoas. ?Na minha rotina como repórter em Alagoas, convivi não só com os políticos que participaram do impeachment, mas também com os pistoleiros?, contou Jorge Oliveira, que é também cineasta e reside em Brasília. ///