loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Presidente do TJ reconhece dificuldades

Ouvir
Compartilhar

Após cinco dias no exercício do cargo de governadora do Estado, a presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargadora Elisabeth Carvalho, transmitiu, ontem pela manhã, o cargo para o vice-governador José Wanderley Neto (PMDB). Depois de anunciar em seu discurso que não mais deixará de morar no Estado, ao se aposentar, por se sentir obrigada a trabalhar para ?os que têm voto, mas não têm voz?, Elisabeth Carvalho disse à imprensa que não teria pedido reajuste do duodécimo do TJ se tivesse passado pela experiência que teve nos últimos cinco dias no comando do governo de Alagoas. ?Foi uma experiência de conhecimento maior das dificuldades que enfrenta o gestor do Poder Executivo e de toda a problemática do Estado. Naqueles momentos críticos de crise com Assembleia Legislativa, eu disse que deixaria Alagoas. Mas ao conhecer a dificuldade de gerir este Estado e a dificuldade por que está passando a população alagoana mais precária, acho que todos nós devemos permanecer e lutar com toda contundência e boa vontade para minorar o sofrimento e a situação da nossa população. ### Cobrança em favor dos alagoanos Elisabeth Carvalho foi homenageada pela diretoria da Associação Alagoana dos Magistrados (Almagis) com a entrega de uma placa em que era destacada a ?postura democrática e desbravadora? da presidente do TJ, na harmonização das relações entre os poderes. E, em seguida, discursou afirmando ter vivido emoções pelo conhecimento mais de perto da vida dos ?abandonados pela sorte?, por meio do contato com lideranças comunitárias, no último dia de sua curta gestão, na terça-feira (9). ?Confesso que, de certo modo, no exercício da magistratura, me acostumei a conhecer os problemas e as angústias dos menos favorecidos e procurava sempre um efetivo acordo. Mas no Tribunal ficamos mais distantes das bases e mais em contato com os processos. Nada se compara à possibilidade de, em contato direto, poder ouvir os contundentes relatos destes abandonados pela sorte, salvo em períodos eleitorais?, avaliou. ///

Relacionadas