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Pedido segredo de Justi�a para processo

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Brasília ? O Ministério Público do Distrito Federal pediu, na última sexta-feira (12), que seja decretado o segredo de Justiça para o processo que o ex-secretário Durval Barbosa responde por suposta fraude em licitação como ex-diretor da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) no governo de Joaquim Roriz. A decisão será tomada pela juíza substituta da 5ª Vara Criminal de Brasília, Andreza Alves de Souza. Segundo reportagem da Agência Brasil, o MP ressalta, no processo, que estão em andamento ?tratativas? acerca do alcance da delação premiada oferecida a Durval Barbosa no inquérito da Operação Caixa de Pandora, que já corre em segredo no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Acrescenta que a ?incidência? e o ?alcance? da delação premiada estão em discussão. Durval poderia, assim, ampliar seu leque de denúncias que respingariam no governo Roriz, do qual fez parte como diretor da Codeplan. ### Movimentações financeiras atípicas Brasília, DF ? O Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, registrou, desde 2004, movimentações financeiras consideradas atípicas de 15 empresas e pessoas físicas investigadas pela Polícia Federal (PF) na Operação Caixa de Pandora. Os relatórios já foram enviados à Polícia Federal e ao Ministério Público. Segundo o presidente do Coaf, Antonio Gustavo Rodrigues, no total, 188 empresas e 375 pessoas físicas foram incluídas em 26 relatórios. O total movimentado chega a R$ 2,7 bilhões. O Coaf, contudo, não divulgará os valores movimentados pelos investigados de participação no esquema de corrupção no Distrito Federal. Os dados são sigilosos. ///

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