Política
Grevistas tentam entrar � for�a na ALE
Passava das 15 horas quando servidores da Assembleia Legislativa, que mais uma vez param as atividades para cobrar a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, decidiram entrar à força na Casa, que teve as portas fechadas. Liderados pelo presidente do sindicato da categoria, Ernandi Malta, tentaram transpor a barreira formada por policiais do gabinete militar da ALE. Gritos e ameaças de nada adiantaram. Os manifestantes foram impedidos de entrar no parlamento. Lá dentro, 16 deputados esperavam para a sessão, que acabou não ocorrendo. Era grito para tudo quanto é lado, choro e ameaças por parte de dirigentes sindicais que foram acusados pelo comando da ALE de impedir a entrada de quem queria trabalhar. O sindicato diz que a paralisação foi espontânea e atingiu 100% da classe. Aumento será contestado na Justiça O governador Teotonio Vilela (PSDB) não quer acordo. Promete fazer o que orientou a Procuradoria Geral do Estado e recorrer à Justiça contra o aumento do duodécimo da Assembleia, Tribunal de Contas e Ministério Público. Ontem, durante solenidade de entrega de equipamentos para o atendimento à saúde pública, na Academia da Polícia Militar, no Trapiche, ele disse: ?Vou ter uma reunião com o pessoal da PGE e vou seguir a sua recomendação, como sempre faço. Sim, claro [que vou à Justiça]?. Do mesmo partido e da bancada do governador, o presidente da Assembleia, deputado Fernando Toledo disse que o ?parecer da PGE norteia as ações do Executivo. Nós não vamos nos antecipar. Não cabe ao Poder Legislativo nesse momento emitir qualquer julgamento, qualquer opinião sobre isso. Vamos aguardar o Executivo tomar a sua iniciativa e vamos, junto a nossa Procuradoria, no momento oportuno, apresentar as nossas razões; a defesa do parlamento porque entendemos que não fizemos nada de errado. Estamos convictos que nada foi feito ilegalmente?.