Política
Visita do presidente aproxima advers�rios
A presença do presidente Lula em Alagoas trouxe a aparência de harmonia para a relação entre os três pré-candidatos ao governo do Estado, que andou conturbada nos últimos dias, seja pelas farpas trocadas entre o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e seu antecessor Ronaldo Lessa (PDT) a respeito da segurança pública, ou pela busca do senador Fernando Collor (PTB) para que o PMDB indique o vice de sua pré-candidatura, mesmo com o senador Renan Calheiros (PMDB) demonstrando engajamento na campanha de Lessa. Às margens da BR-101, o que se viu foi um presidente à vontade entre os aliados que dividiram o palanque alagoano da campanha da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) pela sucessão de Lula na Presidência da República. Em um dos helicópteros que levaram a comitiva do Aeroporto Zumbi dos Palmares até São Miguel, vieram Collor, Lessa e Renan. No outro, Lula, Vilela e o ministro dos Transportes, Paulo Passos. Agricultores aproveitaram para pedir perdão de dívida Assim como tem feito em todos os eventos públicos que contaram com a presença de Lula em Alagoas, a plateia não se manteve indiferente durante os discursos das autoridades. E mesmo antes de iniciar o evento, demonstrava que as visitas presidenciais viraram oportunidades para exporem suas reivindicações. Postura também adotada pela prefeita de São Miguel dos Campos, Rosiana Santos (PMDB). Alvo de protestos e vaias vindas de manifestantes que foram impedidos de entrar no evento portando faixas com pedidos de melhorias na educação, a prefeita conseguiu contornar a situação de desconforto, quando cobrou de Lula atenção para as reivindicações que lhe havia entregue pedindo providências para solucionar a situação de |DS