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Presidente do TSE teme compra de votos

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, alertou ontem a classe política alagoana para as sanções severas previstas em lei contra a corrupção eleitoral, ao revelar sua preocupação e atenção quanto à possibilidade de maus políticos explorarem a fragilidade das famílias vítimas da enxurrada que atingiu Alagoas e Pernambuco no mês passado. Na tarde de ontem, a autoridade maior da Justiça Eleitoral visitou três municípios alagoanos atingidos pela catástrofe e disse ter ficado impressionado com a tragédia humana e material que encontrou em Rio Largo, Murici e Branquinha. ?Qualquer fornecimento de bens, valores ou benefícios podem incidir num artigo da legislação eleitoral que veda a captação ilícita de sufrágio, o que é popularmente chamado de compra de voto. Isso pode levar a sanções muito severas. Mas todos nós estamos atentos, tanto em Brasília, quanto no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas [TRE] e no Ministério Público Eleitoral. Nós estamos preocupados com isso, sem dúvida nenhuma?, disse Lewandowski, em coletiva concedida à imprensa na sede do TRE, no final da tarde. Cartilha defende voto consciente | FÁTIMA ALMEIDA - Repórter Uma cartilha de formação política, assinada pela Arquidiocese de Maceió e dioceses de Penedo e Palmeira dos Índios, produzida com o apoio do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AL), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AL) e do Sebrae Alagoas, será um dos principais instrumentos da igreja e de órgãos parceiros, na conscientização do eleitorado sobre a importância e as consequências do voto, durante o processo eleitoral deste ano. O documento foi lançado ontem pela manhã, no auditório da Escola Superior de Magistratura do Estado de Alagoas (Esmal), numa reunião coordenada pelo arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz, com a presença dos presidentes do TRE, desembargador Estácio Gama, da OAB, Omar Coelho, do bispo de Palmeira, dom Dulcênio Matos, e de representantes do Ministério Público Estadual e Federal, da Comissão Nacional Contra a Corrupção Eleitoral, de entidades de classe, de alguns políticos, e de outros membros da igreja.

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