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Rural

União de gerações fortalece a cultura da cana em AL

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Por Editoria do Gazeta Rural | Edição do dia 08/02/2020 - Matéria atualizada em 11/02/2020 às 10h32

Ao lado do jornalista Edivaldo Junior, os fornecedores Ricardo Paiva e Henrique Acioly afirmam que troca de conhecimento ajuda a fortalecer o setor
Ao lado do jornalista Edivaldo Junior, os fornecedores Ricardo Paiva e Henrique Acioly afirmam que troca de conhecimento ajuda a fortalecer o setor - Foto: Divulgação
 

Renovar é preciso e mesmo diante das dificuldades econômicas e climáticas do setor sucroenergético atravessa essa realidade não seria diferente. Diante deste cenário, a cultura da cana une gerações que - por meio da troca de experiências e da inovação tecnológica - ampliam a produtividade dos canaviais.

“Temos muitos fornecedores jovens neste segmento e no nosso quadro de associados. O ânimo é grande. No caso dos que fazem parte da Copervales, eles contam com o suporte da cooperativa que fornece benefícios e segurança, dando novo gás ao setor”, afirmou Ricardo Paiva, gerente geral da Copervales, cooperativa localizada no município de Atalaia e comanda a antiga usina Uruba.

“Temos todo o apoio da cooperativa. Já contávamos com a estrutura familiar e a aproveitamos para iniciar este trabalho, tocando o negócio”, declarou o fornecedor de cana, Henrique Acioly, que aos 25 anos planta cana na região de Atalaia há cinco anos e que já obteve, nesta última safra, 86 toneladas por hectare o que é considerado um resultado acima da média geral do Estado.

De acordo com Paiva e Acioly, apesar da diferença de idade, a relação entre as gerações de fornecedores é salutar e oferta um novo fôlego a cultura da cana em Alagoas, promovendo uma troca de experiências que fortalecem a cultura. 

“Todo mundo está antenado, tendo o conhecimento das novas tecnologias, participando dos eventos relacionados ao aumento da produção da cana. A cooperativa sempre traz muitas empresas de tecnologia, promovendo palestras e dias de campo junto com os associados. Hoje, o fornecedor tem que ser profissional no que faz. Está no campo evitando desperdícios para que possa se conseguir uma performance melhor”, acrescentou Paiva.

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