loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sexta-feira, 31/07/2026 | Ano | Nº 6278
Maceió, AL
23° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Rural

Rural

Asplana comemora números da safra 22/23

Apesar das dificuldades, safra 22/23 é considera a maior dos últimos sete anos em Alagoas

Ouvir
Compartilhar

Com a safra 22/23 na reta final, o presidente da Associação dos Plantadores de Cana do Estado de Alagoas – Asplana, Edgar Antunes, afirmou que a moagem atual, apesar de atípica face aos ciclos passados, é a maior dos últimos sete anos. Até a março, o acumulado era superior a 18,6 milhões de toneladas de cana esmagadas.

“É um ciclo que teve muita chuva e também muita praga na lavoura da cana, além de dificuldades de transporte e mão de obra. Mas, apesar de tudo isso, estamos nos superando. Em termos de número, este ciclo é o melhor dos últimos anos. Estamos no processo de recuperação, chegando próximo a 20 milhões de toneladas de cana processadas”, afirmou Antunes, lembrando que a safra, que deveria ser encerrada entre fevereiro a março, entrou na segunda quinzena de abril e pode seguir até maio.

Edgar Antunes reforça que moagem atual, apesar das chuvas e das pragas, segue em crescimento
Edgar Antunes reforça que moagem atual, apesar das chuvas e das pragas, segue em crescimento | Foto: Divulgação

De acordo com o dirigente da Asplana, entidade que representa mais de sete mil fornecedores de cana de Alagoas, há cerca de sete anos o setor amargava uma das menores moagens da história. “Foi o fundo do poço. Foram beneficiadas apenas 13 milhões de toneladas de cana em um estado que processava 25 milhões de toneladas por ciclo”, destacou.

Segundo Edgar Antunes, a luta da Asplana junto ao governo estadual pela redução do ICMS, equiparado ao de Pernambuco, proporcionou a viabilidade necessária para que as indústrias e os fornecedores de cana tivessem a condição necessária para recuperar o campo, voltando ao patamar de moagem de 20 a 25 milhões de toneladas de cana. “Graças aos esforços da Asplana e do Sindaçúcar-AL, conseguimos viabilizar mais uma vez o setor, crescendo novamente e nos mantendo como o primeiro do Nordeste”, declarou.

Shorts Youtube
Play
Caso Nayane: laudo do IML não encontra sinais de violência, mas investigação continua

Caso Nayane: laudo do IML não encontra sinais de violência, mas investigação continua

Play
Gari de 31 anos é morto a tiros no Vergel do Lago, em Maceió

Gari de 31 anos é morto a tiros no Vergel do Lago, em Maceió

Play
Acidente mata agente comunitária de saúde em Palmeira dos Índios

Acidente mata agente comunitária de saúde em Palmeira dos Índios

Play
Soluções defensivas do CRB - 30/07/2026

Soluções defensivas do CRB - 30/07/2026

Play
Datas das quartas de finais da Série D definidas - 30/07/2026

Datas das quartas de finais da Série D definidas - 30/07/2026

No que se refere a questão financeira, o presidente da Asplana afirmou ainda que a safra não teve o resultado esperado. “Não foi um ano muito bom. O rendimento industrial das usinas foi mais baixo por conta das chuvas. A cana chega com muita sujeira na usina, além disso os fornecedores também perderam algumas toneladas de cana por conta do peso e também das pragas, tendo um ATR mais baixo”, finalizou Antunes, lembrando que das 15 usinas em operação em Alagoas, até o início desta semana, cinco já finalizaram o ciclo da cana. A safra teve início em setembro do ano passado.

Relacionadas