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Papel estratégico

Antonino Cardozo assume coordenação nacional de grupo sobre transição energética

Colegiado projeta agricultura familiar no centro da agenda do combustível do futuro

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Para Antonino Cardozo (esq.), a agricultura familiar tem papel estratégico na transição energética e no desenvolvimento sustentável
Para Antonino Cardozo (esq.), a agricultura familiar tem papel estratégico na transição energética e no desenvolvimento sustentável | Foto: Divulgação

O presidente da Unicafes Alagoas, Antonino Cardozo, foi escolhido como coordenador do Grupo de Trabalho (GT) de Transição Energética da entidade em nível nacional. A definição ocorreu durante assembleia geral da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária.

A condução do GT insere Alagoas no centro das discussões que vão orientar a regulamentação da chamada lei do combustível do futuro, em um momento de avanço das políticas de descarbonização da matriz energética brasileira.

O colegiado tem papel estratégico na sistematização de propostas do cooperativismo, com foco na inclusão produtiva, segurança jurídica e sustentabilidade, ampliando a participação da agricultura familiar na cadeia dos biocombustíveis.

“A agricultura familiar já está inserida nesse debate com resultados concretos. O que precisamos agora é garantir que a regulamentação reconheça e amplie esse papel”, afirmou Antonino Cardozo.

A atuação do dirigente na pauta energética está diretamente ligada ao selo Biocombustível Social, política pública que incentiva a inserção da agricultura familiar na cadeia do biodiesel. Em Alagoas, a iniciativa já reúne mais de sete cooperativas, ampliando oportunidades de comercialização, geração de renda e organização produtiva no campo.

Antonino também preside a Cooperativa dos Agricultores Familiares e dos Empreendimentos Solidários de Alagoas, referência na estruturação de cadeias produtivas e no fortalecimento do cooperativismo no estado.

“Estamos falando de uma agenda estratégica para o país, que une desenvolvimento econômico, sustentabilidade e inclusão produtiva. A agricultura familiar tem muito a contribuir com esse processo”, acrescentou.

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